Mostrando postagens com marcador apple. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apple. Mostrar todas as postagens

3 de mar. de 2011

Confira aqui todas as novidades do iPad2 apresentado pela Apple!

O campo de distorção da Apple realmente existe, e nós pudemos conferir isso mais uma vez ontem na Keynote que apresentou o novo iPad 2. Assistimos a vídeos muito emocionantes, falando sobre como o iPad mudou a maneira que os estudantes estudam e os professores ensinam. Como o iPad transformou negócios, ajudou médicos a tratarem pacientes – como crianças autistas se comunicando com apps específicos.


Logo em seguida foi a vez de apresentar a evolução do produto - que não é só um objeto de desejo, um brinquedo, e sim um agente transformador de vidas - tão esperado nesses últimos meses. Muitos especularam sobre as novidades e alguns passaram realmente perto, acertando em cheio quais seriam as novidades da Maçã, e são elas:

O iPad será 33% mais fino e leve que a primeira geração (8,8mm —  mais fino que o iPhone 4) e contará com uma CPU dual-core chamada de Apple A5, dotada de um desempenho gráfico até 9x maior que do A4. Ele estará disponível em duas cores, preto e branco (a partir do primeiro dia de vendas) e terá modelos compatíveis com redes GSM e CDMA. E ele terá também duas câmeras, uma frontal VGA e outra traseira 720p, e um giroscópio.




Mesmo com todas essas novidades, duas coisas importantes permanecerão inalteradas no gadget: o preço e a autonomia. O iPad 2 tem as mesmas 10 horas de autonomia da primeira geração e continuará custando a partir de US$500 nos Estados Unidos, com incrementos de US$100 para maiores capacidades (de 16GB a 64GB) e um extra de US$130 para adicionar capacidade 3G (como dissemos, tanto GSM quanto CDMA).

 
Falando de acessórios, o iPad 2 contará com dois itens inéditos: um conector com saída HDMI e Smart Covers.

O conector se ligará por uma ponta ao dock de 30 pinos do iPad 2 e terá, na outra extremidade, uma porta HDMI e outra de 30 pinos, o que permite que a tablet seja usada com TVs e monitores enquanto é recarregada. Uma novidade muito interessante é que ele vai permitir também espelhamento de tela — tudo o que aparecer na tela do iPad 2 vai aparecer na sua TV ou monitor (inclusive com rotação automática).
 

O cabo de saída HDMI para o iPad 2 (oficialmente conhecido como Apple Digital AV Adapter) vai custar US$40.
 
As Smart Covers serão como uma evolução das cases: mais finas e leves, elas vão usar pequenos ímãs para aderir à lateral da tablet e cobrir sua tela. Além de oferecer proteção, elas serão capazes de acionar ou desligar o display do iPad 2 automagicamente. Elas estarão disponíveis em dez cores: cinco sintéticas (US$40) e cinco de couro (US$60).
 

O iPad 2 estará à venda nos Estados Unidos em 11 de março (sexta-feira da semana que vem) e em outros 26 países no próximo dia 25. Infelizmente, nós brasileiros teremos que esperar um pouco a mais para recebermos o novo iPad.


O dock não é uma novidade, mas o iPad 2 terá sua própria versão de base para recarrega e sincronização.
Ele oferece acesso fácil a um conector de 30 pinos e um saída de áudio de 3,5mm para ligar alto-falantes (usando um cabo opcional) ou fones de ouvido.
Dessa forma, o dock se torna automaticamente compatível com outros acessórios, como o Camera Connection Kit e o Apple Digital AV Adapter, transformando-se no centro das atenções sempre que o assunto for iPad 2. O novo dock custará US$30, sem cabos adicionais — é preciso usar o que vem com o próprio iPad 2.

Fonte: MacMagazine e Brainstorm 9

21 de fev. de 2011

iTips! Baixe arquivos de URLs e organize rapidamente com o Automator

Serviço do aplicativo permite fazer downloads com menos cliques ou até com um atalho de teclado

Suponha que durante uma conversa por mensagens instantâneas, um amigo passe um aplicativo ou arquivo em MP3 para você baixar. Normalmente, o procedimento para isso é copiar a URL, abrir o browser e colar o link na barra de endereço. Em alguns navegadores, não é preciso nem colar o endereço no campo; basta apertar Enter, esperar até o arquivo carregar e, então, salvá-lo. Mesmo com toda essa facilidade, existe um jeito mais fácil ainda.

Abra o Automator e na lista de templates, selecione Service. No canto superior direito da janela, configure o serviço pare receber URLs selecionadas em qualquer aplicativo. Depois disso, no grupo de ações de Internet, dê um clique duplo em Download URLs, para que o item seja adicionado à janela de edição à direita. Por padrão, ele irá baixar os endereços para a pasta de Downloads, contudo, caso queira estipular outro local, selecione o caminho a partir do item Where no menu drop-down. Salve o serviço e insira um nome como Baixar URL Selecionada, por exemplo.


Agora, em qualquer app que suporte o serviço, encontre um link com um arquivo que possa ser baixado (ou, para propósitos de teste, qualquer endereço) e selecione o mesmo com o cursor. Abra o submenu Services a partir do menu da aplicação e selecione Baixar URL Selecionada na lista, ou ainda dê um clique com o botão direito (ou Command+Clique) e selecione o item na mesma seção Services.

O arquivo conectado ao endereço deve ser baixado na pasta selecionada. Caso seja especialmente grande, será exibida uma pequena engrenagem de roda giratória do lado direito da barra de menu, enquanto a transferência é feita. Ao clicar no item, será exibido um menu no qual o usuário pode cancelar o download; ao término do processo, o documento estará na pasta de destino.

Por incrível que pareça, isso pode ser feito ainda mais rápido, caso um atalho de teclado seja atribuído ao serviço. Abra as Preferências do Sistema, vá em Keyboard e, na aba Keyboard Shortcuts, selecione Services na lista da esquerda. Encontre Baixar URL Selecionada na lista e dê um clique duplo à direita do item para inserir um atalho de teclado à função – algo como Control+Command+D, por exemplo. 

Fonte: Macworld Brasil 

14 de fev. de 2011

Gerenciador de Senhas gratuito para o Mac!

Há um tempo atrás nós publicamos um post sobre o 1Password, mostrando como o programa era útil para administrar todas as nossas senhas. Isso ajuda muito na hora de fazer login em diferentes websites - até porque hoje em dia a quantidade de sites pedindo cadastro para acesso é imensa! - preencher formulários enormes e afins. O 1Password é uma ferramenta hiper fácil de utilizar, tem uma interface super agradável e cumpre o que se propõe. O único inconveniente é ter que pagar por uma ferramenta como esta, e para driblar esse pequeno "problema" nós saímos a procurar uma alternativa gratuita para ao 1Password. Eis que surge o LastPass, um aplicativo muito legal que roda no navegador, ou seja, não tem restrições a nenhum sistema operacional.


Como ele funciona

1. Você faz seu cadastro  no site lastpass.com.
2. Baixe o plugin para seu navegador.
Depois que instalar o plugin para seu navegador, note que o símbolo do LastPass aparece ao lado da barra de endereços URL:

Atenção: As senhas são localmente criptografadas e salvas no seu Pc ou Mac. Somente o LastPass consegue ler este registro.
Depois disso a cada entrada que fizer em alguma página na internet que peça login/senha o LastPass oferecerá para guardar aquele registro. É claro que senha de banco não é possível pois existe aquele teclado virtual ou senhas que mudam com token.
Porém para os sites comuns o LastPass funciona muito bem. Depois de ter seu login e senha memorizados ele automaticamente entra nos sites para você. E se um dia precisar verificar alguma senha, basta acessar seu cadastro para ver online.

Além de login e senha o LastPass também preenche automaticamente os formulários que peçam dados comuns como nome, endereço e telefone.
Existe ainda uma versão paga chamada LastPass Premium para sincronizar com aparelhos celulares como iPhone porém acredito que a maioria das pessoas não vá usar isso, mas caso precise há essa possibilidade.
O LastPass funciona no Windows 2000/XP/Vista/7 (Internet Explorer e Firefox), Mac OS X (Safari e Firefox), Linux, BSD e Solaris.

10 de fev. de 2011

Quer entender como será o futuro das Tablets?

Ninguém aguenta mais especular sobre como será o iPad 2, o que ele terá e o que ele não terá. Muito menos aturar aquela história de "eu não vou comprar agora, pois em breve sairá uma novidade e eu ficarei para trás". Bem, se você for pensar assim, não irá ter o prazer de adquirir um produto Apple (e nem de outras marcas) nunca! Então vamos ao que interessa: iPad 3. Diante do lançamento da revelação oficial do HP TouchPad, John Gruber, do Daring Fireball, ruminou sobre o futuro da computação móvel e chegou a uma conclusão impressionante: o computador pessoal do futuro será feito por um pequeno grupo de empresas (Apple, HP, Google e RIM) do qual os dois titãs dos últimos 20 anos (Microsoft e Intel) não participam. O mercado de smartphones já é maior que o de PCs — quanto tempo até o de tablets seguir o exemplo?



Só que há um pequeno “problema” nisso: como podemos ver pela tabela acima, feita pelo Engadget, o iPad lançado em abril de 2010 ainda consegue competir relativamente bem com produtos que não têm nem data definida para chegar ao mercado. O que podemos esperar dos próximos meses, quando os concorrentes finalmente chegarem ao mercado?
Gruber aposta numa migração de abril para setembro do período de renovação do iPad. Uma estratégia para a Apple conseguir isso sem agitar demais seus clientes seria lançar um novo modelo de tablet no começo do próximo trimestre e uma terceira versão em setembro.
Por quê? Para tornar o iPad um produto ideal pro período natalino, assim como os iPods. Se a renovação do gadget for sempre em abril, muitas pessoas podem se sentir mal em comprá-lo no mês de dezembro — eu me sentiria. Um modelo novo em setembro, por outro lado, tornaria o iPad o presente perfeito (livre de remorsos por nove meses) e daria à Apple tempo de sobra para produzir unidades o suficiente para atender à demanda.
Agora como lançar um novo iPad meses depois de uma renovação sem atrair a ira dos consumidores? Bastaria fazer um upgrade modesto, como um “iPad Pro” ou um “iPad HD” — e aqui entram todas aquelas histórias de “Retina, não-Retina” que ouvimos até agora. Lançar um iPad de segunda geração agora e um modelo adicional com o dobro da resolução em setembro (provavelmente um pouco mais caro) não é impossível, principalmente quando há um investimento de quase US$4 bilhões em componentes misteriosos que poderiam muito bem ser telas de LCD de altíssima definição.

 À esquerda, os subpixels de um iPad; à direita, a simulação de um iPad Retina

Daí o cenário seria perfeito para a Apple ocupar sozinha o lugar que é hoje da Microsoft e da Intel: com milhões de iPads pelo menos um ano à frente da concorrência, a Maçã poderia se consagrar como criadora do hardware e do software que moverá os computadores do futuro. É meio "Pink & Cérebro", mas até que soa bem.

Fonte: Engadget

Quer comprar o seu iPad? Visite a nossa loja!

15 de jun. de 2010

Calibragem do monitor no Mac

Calibragem básica de cor

Se você é um fotógrafo amador, gosta de assistir a vídeos no seu Mac, ou é um gamer, deveria considerar calibrar sua tela. Macs utilizam um perfil de cor padrão – um grupo de configurações de cor – para cada tela conectada. Mas se você achar que essas cores estão estranhas, ou não estão iguais aos objetos reais, é possível fazer mudanças ao criar seu próprio perfil de cor.

Abra a opção System Preferences e clique no ícone Displays. Se você possui vários monitores, vai aparecer uma janela separada em cada um deles. Clique na aba Color e verá uma variedade de perfis de cor. Se marcar a opção “Show profiles for this display only”, você vai ver aqueles que podem ser usados com seu monitor. (Ignore os outros; se você sabe o que eles são, vai saber se precisa usá-los ou não). Se o perfil selecionado não for ideal dada a possível resposta de cor da sua tela, você vai querer calibrar seu monitor.

Clique no botão “Calibrate…”. Isso abre o Apple Display Calibrator Assistant, uma ferramenta que vai te acompanhar por algumas operações simples para ajudá-lo a criar seu perfil de cor. Não é preciso nenhum conhecimento técnico; você só precisa mover alguns sliders na tela e comparar as coisas que vê.
Marque a opção Expert Mode na primeira tela, depois vá por diferentes telas e siga as instruções. Não se preocupe para que tudo saia de modo perfeito; você poderá passar novamente pelo processo, se não gostar dos resultados.


O que você está fazendo neste processo é realizar ajustes sutis para algumas configurações de cor - descobrindo exatamente quanto as cores da sua tela estão longe das cores ideais. Quando completar esses ajustes, você vai encontrar duas telas onde poderá ou não fazer mudanças.
Uma dessas telas é para o “white point”, que é a temperatura de cor do branco na sua tela. Você não deve mudar isso, a não ser que saiba porque gostaria de mudar.
Então existe esse negócio chamado gamma. De acordo com o  artigo  da Wikipédia, “Correção de game, não-linearidade game ou codificação gamma... é uma operação não-linear usada para codificar e decodificar valores de luminância ou tristimulus em sistemas de vídeo ou de imagens still." As configurações de gamma podem variar de aparelho para aparelho, e, até o lançamento do Snow Leopard, os Macs usavam um target (alvo) gamma de 1.8, em oposição aos PCs com Windows, que usavam uma configuração de 2.2.

Isso afeta a maneira que as imagens aparecem na tela; a riqueza das cores e a densidade e o contraste geral são diferentes. Além disso, se você desenvolve para a Web, vai querer ver o que a maioria dos seus visualizadores estarão vendo, para que as configurações gamma façam mais sentido. Para a maioria dos usos, você deveria ficar nos 2.2.

Quando terminar de passar pelas telas do Calibrator Assistant, nomeie seu perfil, clique em OK e verá o novo visual do seu monitor. Ele está melhor? Foram resolvidos problemas específicos que você experimentou anteriormente (não esqueça, pode levar um tempo para se acostumar). Se a visualização do seu monitor está melhor, então está tudo bem. Se não, você tem duas chances: calibrá-lo novamente, prestando mais atenção à configuração de cada cor ou tentar calibrá-lo usando um calibrador de cor de hardware.


Usando um hardware calibrador de cor

Um calibrador de hardware é um aparelho pequeno com um colorímetro – um sensor que detecta cores – com um cabo USB. Você conecta-o a uma porta USB em seu computador e inclina-o  em frente à tela. Eu testei dois calibradores de cor da X-rite , o  hueyPro, que custa 129 dólares, e o i1Display LT, que sai por 176 dólares.
O primeiro deles é desenvolvido para permanecer conectado ao seu computador, e ajusta o brilho do monitor à medida que a luz ambiente muda; o último possui um colorímetro que examina mais cores durante o processo de calibragem. O que os calibradores de cor fazem é examinar a verdadeira resposta de cor da sua tela enquanto o software deles exibe cores de teste, então ajustar o perfil de cor para fazer essas cores ficarem iguais aos modelos que elas são feitas para representar (note que algumas lojas de câmeras alugam calibradores de cor).
Após usar esses aparelhos, percebi muitas mudanças. Em primeiro lugar, as cores resultantes variaram de um aparelho para outro. No meu MacBook Air, o hueyPro me deu perfis que eram tingidos de roxo, enquanto o i1Display LT resultou em cores com visual natural (os cinzas no System Preferences da Apple são um bom barômetro em cores de uma forma geral).

Segundo, eu não consegui igualar os meus monitores da Dell e do MacBook Air, usando os dois aparelhos. Se isso foi ou não uma fraqueza do monitor Dell, não está claro. Enquanto o perfil do i1Display LT no meu MacBook Air esteve muito próximo do que eu fiz manualmente, esse não foi o caso com o Dell.

Calibrar sua tela é uma boa ideia para todos os usuários, e aqueles que trabalham com cor deveriam considerar utilizar um calibrador de cor de hardware, especialmente se precisarem de cores estáveis entre os monitores. No entanto, você deve ter em mente que eles possuem limitações, e aparelhos com preços menores podem não ser a solução ideal.

Fonte: Macworld Brasil
 

15 de mar. de 2010

Promoção Eu Quero Mais Tweets!

Image and video hosting by TinyPic 

Já temos o ganhador da promoção! Parabéns @Rdreamer e obrigado a todos que participaram da promoção!

18 de fev. de 2010

Agora seu iPhone/iPod Touch também funcionará como drive flash externo.

Este aplicativo não é o primeiro a trazer essa proposta, mas aparentemente pode ser uma solução útil. A myPod Apps lançou recentemente o iPhone Explorer, que permite a usuários visualizar e armazenar arquivos diversos no iPhone, tal como um drive flash externo.


A interface do programa é toda baseada em drag & drop, funcionando bem em iPhones e/ou iPods touch conectados ao Mac. O mais legal é que os gadgets nem precisam ter jailbreak.
 

O iPhone Explorer é um binário universal e requer o Mac OS X 10.5 e o iTunes 8 (ou superiores). Seu download (ZIP, 1,9MB) é totalmente gratuito, e vale notar que ele também possui uma versão para Windows.


4 de fev. de 2010

Novidade pessoal! A Mais Soluções agora vende Macs e iPods!

A Mais Soluções agora dispõe de toda a linha de Macs para atender você!
 
A venda de Macs sempre foi algo muito requisitado por nossos clientes, agora já dispomos de toda a linha para melhor atendê-lo. Basta entrar em contato conosco e solicitar a configuração desejada, sempre teremos um consultor qualificado para passar todas as informações a respeito de desempenho das máquinas e seus respectivos valores.

 
Outra novidade é a venda de iPods, Softwares e Acessórios. Temos todos os modelos de iPods disponíveis e os acessórios que otimizam o uso do aparelho, como: Fones, capas de silicone, docks, adaptadores, armband e afins.


 
 Temos todos os softwares da Adobe, Apple, Microsoft, Corel e demais softwares.

Entre em contato com um dos nossos consultores e faça seu pedido!

Mais Soluções Informática
Tel.: 2565-8377 / (21) 4104-3842
atendimento@maissolucoesinformatica.com.br

29 de jan. de 2010

Apple acaba de lançar seu novo aparelho: a iPad!

Depois de tantos rumores, especulações e até discussões em muitos fóruns de informática, a Apple acabou com esse tormento dia 27 de Dezembro mostrando ao mundo inteiro que não está lançando iSlate, nem iTablet, e sim, a iPad.


Nós achamos o handheld lindo e bastante funcional para o que se propõe, mesmo que ele não tenha milhões de funções inéditas. Quem quer um computador com DVD-RW, porta Firewire, webcam integrada e afins, por favor, mantenha-se distante. Mas se você procura por novidade, seguindo essa tendência multitouch, essa é uma boa alternativa.
O aparelho não fica para trás, ele mantém muitas funções encontradas nos Macs, iPods Touch e iPhone, dentre elas:

- Safari
- Photos
- YouTube
- Video
- Mail
- iPod app
- iTunes
- App Store
- iBooks
- Maps
- Notes
- Calendar
- Contacts
- Home Screen
- Spotlight Search

Em termos de Design, ela é fantástica! É fina e leve. Diagonalmente, a tela mede 24,63 cm, segundo a Apple ela é um pouquinho menor que uma revista. Pesando 680 gramas, ela é levinha e nada cansativa de manusear. Outro ponto oriundo da nova tecnologia utilizada nos Macbooks, é a bateria. Navegando na internet usando o wi-fi, ouvindo músicas ou assistindo vídeos, ela pode durar até 10h.
Detalhe: Ela suporta 3G.



E pra quem acha que não irá se habituar com a tela touchscreen, a Apple já oferece seus teclados para conectar na iPad, assim como cases para acomodar o brinquedinho e também suportes que permitem que a tela fique num ângulo de conforto para assistir filmes.


Agora vamos falar de algumas especificações técnicas. 

Tamanho e Peso:
Altura: 242.8 mm
Largura: 189.7 mm
Espessura: 13.4 mm
Peso: 0.68 kg modo Wi-Fi
         0.73 kg modo Wi-Fi + 3G
 
Capacidade:
 
16GB, 32GB, ou 64GB 
 
Wi-Fi e Celular:
Modo Wi-Fi
Wi-Fi (802.11a/b/g/n)
Bluetooth 2.1 + tecnologia EDR
Modo Wi-Fi + 3G
UMTS/HSDPA (850, 1900, 2100 MHz)
GSM/EDGE (850, 900, 1800, 1900 MHz)

Somente dados2

Wi-Fi (802.11a/b/g/n)

Bluetooth 2.1 + tecnologia EDR 

Configuração mínima para Mac

Mac com porta USB 2.0
Mac OS X v10.5.8 ou posterior

iTunes 9.0 ou posterior (download gratuito em www.itunes.com/download)

Conta na iTunes Store

Acesso à Internet

Configuração mínima para Windows

PC com porta USB 2.0
Windows 7; Windows Vista; ou Windows XP Home ou Professional com Service Pack 3 ou superior

iTunes 9.0 ou posterior (download gratuito em www.itunes.com/download)

Conta na iTunes Store
Acesso à Internet

Processador:
 
1GHz Apple A4 custom-designed, high-performance, low-power system-on-a-chip  
 
Nada mal para o que se propõe, não é? Bem, por enquanto é isso, com certeza traremos mais novidades nos próximos posts.

13 de jan. de 2010

Problemas com o iPod? Saiba como proceder.

Nossos leitores sabem que o foco da Mais Soluções é o Mac - iMac, Macbook, Macbook Pro e Mac Mini - mas nem por isso deixamos de nos antenar sobre os demais produtos de sucesso da Apple. O iPod ao travar, por exemplo, pode deixar seu dono de cabelos em pé. E é por isso que hoje daremos algumas dicas sobre o que fazer quando o iPod apresentar algum problema.


Travamento: O iPod pode travar, sim, por que não?  Mas quando isso acontecer, verifique se a bateria está carregada, se estiver e o aparelho não estiver respondendo, dê um reset nele. Ligue e desligue o botão Hold e depois aperte os botões Menu e o Central da Click Wheel até que apareça novamente a tela com o símbolo da Apple. Se ainda assim ele não funcionar, utilize o iTunes para formatá-lo e deixá-lo zerado, da forma como ele saiu da fábrica. 


Bateria: O tempo de vida da bateria do iPod é de 400 ciclos completos de descarga e recarga. Use-o com regularidade (se bem que é difícil passar mais de 02 semanas sem usá-lo); Deixe-o sempre travado, isso evita que ele ligue por acidente; Use o backlight no mínimo possível; não troque de música o tempo todo (aproveite suas tracklist); não utilize o shuffle e mantenha o software sempre atualizado.


Maçã: Se a maçã da Apple permanecer na tela por muito tempo, reinicie o gadget. Em situações extremas, você terá que formatá-lo.

Pasta com exclamação: Esse ícone é comum entre os equipamentos Apple, e indicam o mesmo problema: HD. Mas no iPod ele pode significar, também, que a bateria está descarregada ou que a versão do software instalado está desatualizada. Se a recarga e a atualização do software não funcionarem, adivinhe! Formate o gadget.

Não desconecte: O símbolo de proibido indica que não se deve desconectar o iPod (oh!), porque ele está sincronizando com o computador. Por mais óbvio que pareça, alguns usuários não respeitam esta mensagem.

Pilha: Se o iPod estiver carregado e mesmo assim o símbolo de exclamação não desaparecer, é provével que a porta utilizada esteja queimada, cabos com mal-contato, bateria com defeito ou a porta utilizada não forneça energia suficiente (USB 1.1). Se o problema for a USB, basta mudar a porta ou carregar na tomada antes de sincronizar.


Pesquisando disco: Se este símbolo aparecer, significa que o software de autodiagnóstico do iPod está tentando corrigir erros encontrados na superfície do HD. Para iniciar o programa, reinicie o iPod. Quando a maçã aparecer, pressione as teclas rewind e central, ao mesmo tempo.


Você só terá que se preocupar caso apareçam esses dois ícones:

Setinha no disco: Indica que foram encontrados erros na superfície do HD, mas que ele conseguiu corrigir parte ou totalidade deles.


iPod morto: Indica que o software não conseguiu reparar o HD do iPod. Se depois deste diagnóstico você formatou o gadget, deu restore e nada mudou, procure uma assistência técnica em iPods.

6 de jan. de 2010

Feliz Ano Novo, Mac users! Hoje o assunto é: Sincronização.

Muitas pessoas gostariam de sincronizar os dados de seu Mac com o celular/smartphone, só que nem todos os aparelhos tem drivers ou suporte para usuários do OS X. Pois bem, o cenário mudou para muitos periféricos e também para a telefonia. Hoje já temos opções disponíveis para melhorar a conectividade do dispositivo móvel com o Mac. Dentre elas os softwares desenvolvidos pelos próprios fabricantes:




Porém, um aplicativo que nos chamou atenção foi o Missing Sync - citado inclusive pela edição #043 da Revista Mac +. Ele é um tanto quanto "caro", mas o investimento é compensado quando ele mostra seu desempenho. O Missing Sync possui versões para Symbian, BlackBerry, Windows Mobile, Palm OS, PSP e em breve para Android. Isto é, não há nada que ele não possa sincronizar.




Além de calendário, contatos, notas e tarefas (suporte para Entourage), ele sincroniza SMS, documentos, histórico de chamadas, favoritos do Safari ou Firefox, fotos e álbuns do iPhoto e músicas, vídeos e playlists do iTunes. Aparentemente, a única coisa que falta é uma função "pen drive", que permite enxergar o cartão de memória do aparelho como um disco externo.

A conexão com o Mac pode ser por cabo, Bluetooth ou rede local (wi-fi), dependendo do seu aparelho. Ele tem uma função parecida com a do Time Capsule: Quando o aparelho está perto do Mac, a conexão Bluetooth trata de efetuar o processo. Essa configuração é chamada de TimeSync.

Depois de todas estas informações, se você ainda não estiver animado, em breve sairá uma versão para PC (também) que promete sincronismo completo com o Outlook.

Preço: US$ 40
 

30 de dez. de 2009

Como saber qual browser escolher?

Para quem usa a internet sem fins específicos, o Internet Explorer, o Safari e o Firefox atendem muito bem as necessidades de um soft user. Mas para quem se entitula heavy user, alguns browsers podem oferecer ferramentas mais úteis a estes usuários.

Segue a lista abaixo:

Flock




O Flock é o browser dos adictos em mídias sociais, ele pode manter várias contas - Twitter, Facebook, Del.icio.us, Flickr - abertas ao mesmo tempo, evitando que o usuário tenha que abrir várias abas.

DevonAgent



Ele não tem nada de muito especial, a não ser o fato de que integra vários buscadores em seu browser. Para quem deseja obter várias fontes de pesquisa - e o faz constantemente - é interessante adquirir o DevonAgent, isso mesmo, adiquirir, porque ele é pago. Seu download custa $50. Ele também conta com uma interface extremamente simples, evitando aquelas confusões de botões.


Opera 10, Shiira e Safari Stand











Se a intenção é manter várias abas abertas, esses navegadores serão de grande valia. Eles mantém miniaturas para identificar as abas, tornando a navegação muito mais fácil. Só tem um detalhe: no Safari, você irá precisar do Safari Stand add-on e para o Firefox a extensão Tab Sidebar.



29 de dez. de 2009

Como configurar apelidos em contas de email no Mail do Mac OS X

Algo que algumas pessoas não sabem, mas é um tanto quanto interessante é a possibilidade de colocar apelidos nas contas do Mail. Sim, é isso mesmo: o Mail do Mac OS X aceita apelidos (aliases) de contas de email. Com isso, você pode configurar o recebimento de mensagens em múltiplas “contas” associadas a uma mestra, porém o mais bacana é que os apelidos ficam disponíveis também na tela de composição de mensagens, permitindo que você se identifique ao receptor da mesma forma que ele entrou em contato com você.  



A configuração do recurso, como você pode ver na screenshot acima, é super simples: na janela de configuração da sua conta, basta adicionar os apelidos — quantos quiser — usando vírgulas no campo “Email Address”.

Observe que contas MobileMe/.Mac funcionam diferentemente: na janela acima, um botão especial leva o usuário diretamente à página do serviço via browser. Lá, você pode abrir a janela de preferências do Mail e conferir uma aba específica para o gerenciamento de aliases:



Neste caso, o recebimento/envio de mensagens via apelidos é configurado automaticamente.
Se você não usa apelidos e/ou não sabe do que estamos falando, não force a configuração manual, pois ela não irá funcionar. Antes de personalizar o Mail com seus aliases, é preciso que eles existam — isto é, estejam devidamente configurados no seu provedor.

28 de dez. de 2009

WideMail volta a funcionar en conjunto com Mail no Mac OS X Snow Leopard

Alguns usuários do Mail do Mac OS X devem ter sentido a falta de uma versão do WideMail compatível com o Snow Leopard, plugin que oferece melhor aproveitamento de espaço para uso do aplicativo em monitores widescreen — algo interessante para quem já comprou ou pensa em comprar um dos novos iMacs, cujos displays têm proporção de 16:9. Felizmente, o desenvolvedor Dane Harnett anunciou há alguns dias a versão 2.0 do produto (ainda em fase de pré-lançamento), que permite o seu uso com o novo Mail de 64 bits da Apple.




Para quem usa monitores bem largos, o cliente de email do Mac OS X não é muito flexível para oferecer uma melhor visualização das suas mensagens, pois o modo de exibição padrão em três colunas apenas aproveita o espaço vertical deles. O WideMail cuida desse problema muito bem, pois ordena a coluna de mensagens para tirar proveito do espaço horizontal do monitor sem deixar de oferecer o máximo de detalhes sobre elas, enquanto o painel de pré-visualização dos emails fica livre para exibir muito mais conteúdo na vertical.

Hoje em dia, as configurações do widemail são feitas por meio de um painel instalado nas preferências do Mail, que permite a você configurar como a coluna de mensagens deve se comportar. O único problema dele hoje em dia é trazido pela própria Apple, que não suporta mais essas extensões para o aplicativo. Como resultado, ele parará de funcionar a cada update de sistema, exigindo sua reinstalação.
O WideMail 2.0 atualmente está em estágio beta e apenas funciona com o Mac OS X 10.6, 10.6.1 ou 10.6.2. Ele pesa 1,4MB e pode ser obtido diretamente no site do Dane Harnett (ZIP).


22 de dez. de 2009

Procurando solução para a troca temporária de disco de inicialização no Mac OS X?

Se você utiliza mais de um disco rígido ou particionou seu HD com múltiplos sistemas operacionais instalados (Windows, via Boot Camp), o QuickBoot é uma boa opção para a troca alternada entre os discos de inicialização.





O programa roda na barra de menus do Mac OS X e permite que você alterne o disco de inicialização da máquina temporariamente. Quando terminar o trabalho no outro sistema operacional, ele volta ao padrão automaticamente.

Desenvolvido pela Buttered Cat Software, o QuickBoot é um binário universal, requer o Mac OS X 10.4 ou superior e seu download pesa apenas 885KB (ZIP).



18 de dez. de 2009

Para quem anda com problemas na bateria do Mac, nós apresentamos o Coconut Battery.

Este programa não é apenas uma ferramenta que mostra a taxa atual de sua bateria - ele também mostra que a capacidade máxima atual em relação à capacidade original da bateria ao sair da fábrica.


Você terá acesso a informações sobre os loadcycles da bateria (quantas vezes você carregou totalmente a bateria), compatibilidade do carregador plugado com o seu Mac e também a idade da máquina. Esse feedback just in time é viável graças à interface super simples do programa.
  
O Coconut Battery também permite que você grave a capacidade máxima atual da bateria, pois faz uso da tecnologia "CoreData" da Apple. Esta opção permite que o usuário controle os ciclos de recarga da bateria.


Calibrando a bateria:


1 Ao tirar o MacBook da caixa, conecte-o à energia elétrica até que a bateria esteja totalmente carregada (você pode trabalhar nele enquanto isso). Observe o LED do adaptador de energia mudar para a cor verde e o medidor apresentar 100% de carga.

2 Deixe o MacBook conectado à energia elétrica por cerca de duas horas, alimentando continuamente a bateria. Depois desse prazo, tire o notebook da tomada e use-o normalmente até aparecer um aviso de nível de carga baixo.


3 Salve seus trabalhos (não é preciso finalizar todos os aplicativos). O ideal é continuar utilizando o computador, para navegar na internet ou reproduzir um filme e músicas no iTunes, por exemplo, até que o MacBook entre em modo de repouso.
 

4 Deixe o computador nesse estado desligado por, no mínimo, cinco horas. O ideal é deixar que a bateria descarregue totalmente, pois o modo de repouso continua consumindo uma quantidade mínima de energia. Aviso: isso pode demorar bem mais que cinco horas.

5 Ao perceber que o MacBook desligou, conecte-o novamente à tomada. Uma tela de recuperação do conteúdo do disco para a memória aparecerá assim que ele for ligado. Deixe-o carregar totalmente. Você pode trabalhar enquanto isso.


6 Você concluiu a calibração da bateria, definindo os limites de sem carga e totalmente carregado. Agora é só usar o Economizador de Energia (em Preferências do Sistema) para escolher entre Maior Vida Útil ou Maior Desempenho (que gasta mais energia).

Fonte: Mac Mais http://bit.ly/7BrTDX


Real Time Web Analytics